Aquilonius X Erynian X Hesperius
Programação de guerra: 19/06/2019 às 22:00h.
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Mapa de Tuorhence



Mapa de Runas



Mapa da Caverna



Bestiário de Tourhence

Os humanos pouco sabiam a respeito das misteriosas criaturas que tiveram a infelicidade de encontrar em seu caminho. Com o passar do tempo, o temor e o fascínio por elas cresceu de tal maneira que alguns escribas registraram suas características em pergaminhos, os quais se tornaram muito populares entre os aldeões.

Por serem muito diferentes dos demais animais do planeta e possuírem inteligência e atributos sobrenaturais, as especulações sobre sua origem eram motivo de discussões acaloradas. Para alguns escribas, elas tinham vindo das profundezas do inferno para impedir o progresso da humanidade. Para outros, elas tinham sido trazidas para Terra por seres que as expulsaram das estrelas, onde elas seriam uma terrível ameaça. Entretanto, todos os escribas eram unânimes em descrevê-las como terrivelmente más, perigosas e apavorantes.

Em sua maioria, os pergaminhos contavam com pequenos textos descritivos acompanhados de desenhos dos monstros. As transcrições abaixo foram extraídas de um pergaminho encontrado há muito tempo atrás nas bibliotecas da Alexandria.

Gogó: Criatura de agilidade e ferocidade extraordinárias, suas dentadas são perigosíssimas. Mesmo os gogós de pequeno tamanho não têm medo do homem, e avançam sobre ele com fúria inenarrável. Existem quatro variedades conhecidas: os Gogós Sarnentos, que vivem a infernizar as cidades, e são os mais fracos; os Gogós de Cemitério, maiores e mais perigosos de todos; os Gogós do Mato, que atacam em bando; e os Gogós de Beira-Rio, os mais rápidos de todos

Saci : criatura que mede pouco mais de um metro e meio de altura e vive vagando pelas florestas. Nasce dentro de gomos de uma árvore mágica de nome Bambu. Quando jovem, vive nas proximidades dos capões de Bhambhuh e agrupa-se em bandos para se proteger. Ficando mais velho, dispersa-se para florestas distantes. Por vezes desloca-se tão rápido que provoca redemoinhos com as folhas caídas.

Em situações normais, um Saci vive setecentos e setenta e sete anos, setenta e sete dias, sete horas, sete minutos e sete segundos, e depois transforma-se num enorme cogumelo.

Existem três variedades de sacis: os Sacis das Planícies, os mais numerosos de todos, mas também os menores e mais fracos, que vivem nas matas e andam normalmente sozinhos; os Sacis Brancos ou das Montanhas, raros, maiores e mais fortes e fazem parte da guarda oficial do Lagarto das Montanhas Centrais e andam sempre em duplas; e os Sacis Cinzentos ou das Encostas, que vivem nas encostas das montanhas e andam normalmente em bandos de três.

 Boiúna: monstro em forma de uma enorme serpente negra, vive nas profundezas das cachoeiras, rios, igarapés e lagos, de onde vem sempre que sente as vibrações de seres vivos em seus domínios. Não tem piedade nem aplaca a fome. Mata e devora aqueles que encontra. Vira as barcas, arrasta os nadantes, estrangula os banhistas, apavora a todos. À noite, pode-se ver seus dois olhos de fogo, iluminando a escuridão.

Caipora : monstro muito forte e muito astuto, coberto por pelos do umbigo para baixo, vaga pelas matas montado em enormes porcos do mato, conduzindo-os com um bastão de japecanga que sempre tem em mãos. Protetor da floresta, o Caipora tem o poder de ressuscitar animais, dando-lhes três pancadinhas com a ponta de seu bastão. Colecionador por natureza, vez ou outra assedia os homens, reivindicando tudo que tenham em mãos.

Mapinguari: monstro muito temido pelas demais criaturas por sua força e violência. Muito maior que um homem, possui pelos negros e compridos por todo o corpo, seus pés são virados para trás e com cascos iguais aos de um cavalo, suas mãos possuem garras afiadíssimas como as de uma onça e sua boca, de onde emite sons grotescos e horripilantes, abre-se tanto que dá a impressão de estender-se desde o nariz até a altura do estômago.

Raramente encontrado, o Mapinguari evita o contato com os humanos. Porém, quando isso ocorre, não faz prisioneiros nem acordos, simplesmente despedaça com suas garras aqueles que alcança. Ele investe aos berros contra suas vítimas, golpeia-as com seus braços fortíssimos e abandona seus corpos desfigurados, procurando por outro corpo para rasgar. Normalmente o tempo que despende trucidando uma vítima é suficiente para que os demais homens fujam para bem longe de seus domínios, mas ai de quem ficar por perto, pois sua ira aumenta a cada corpo despedaçado.

Temido por todas as criaturas por sua força e violência, essa enorme criatura possui garras afiadíssimas, e sua boca, de onde emite sons grotescos e horripilantes, abre-se tanto que dá a impressão de estender-se do nariz até o estômago. Existem três variedades destas bestas: o Mapinguari Negro, maior, mais forte e habitante do Vale da Morte; os Mapinguaris Marrons, habitantes da Floresta das Sombras; e os Mapinguaris Vermelhos, menores e mais fracos, que habitam as florestas das Vastidões Leste e Norte.

Drakonis: a mais esperta e poderosa das criaturas, os drakonis são enormes lagartos alados cuspidores de fogo que gostam de se apossar das riquezas alheias. Vivem a defender seus domínios e expandi-los, sendo que freqüentemente cruzam os céus à procura de oportunidades de saques.

Os drakonis são remanescentes de uma época em que a Terra era dominada por inúmeros lagartos gigantes, os quais reinaram absolutos por milhões de anos. Entretanto, houve uma catástrofe geológica e todos, à exceção dos drakonis, foram extintos. Esses monstros vagaram sozinhos pelo mundo por milhares de anos, aperfeiçoando seus poderes até que descobriram artifícios para interferir na ordem natural das coisas e acelerar a geração de novas espécies. Suas primeiras experiências não foram bem sucedidas, e delas surgiram alguns seres bizarros, que viriam a ser as demais bestas existentes.

O drakonis que habita em Tuorhence é conhecido por Yakir, o lagarto das Montanhas Centrais.

Corpo-Secosseres cadavéricos que vagam pelas terras do mundo novo, os Corpo-Secos são os rejeitos das entranhas da terra. Tratam-se de humanos que, por sua maldade em vida, não obtiveram descanso ao morrer, sendo que nem a terra nem os vermes os aceitaram. Assim, vivem errantes, cobiçando as posses humanas e tentando arrancá-las à força de seus donos.

São entes que, por sua maldade em vida, nem a terra nem os vermes os aceitaram, regurgitando-os. Vagam errantes, invejando os humanos e cobiçando seus pertences. Os Corpo-Secos que infestam Tuorhence são os restos mortais dos participantes da guerra das três cidades e guardam as cores de suas bandeiras (Hesperius/Marrom; Erynian/Azul; Aquilonius/Cinza). Por se tratar de membros de grupamentos militares, não é incomum encontrar formações hierarquicamente organizadas, com comandantes e comandados

Capellantha: Criatura parecida com a anta, durante a noite ronda acampamentos, barracões e residências perdidas na mata. Encontrando um homem, parte em sua direção com grande ferocidade. Seu couro é muito resistente e dificilmente é ferida

Capellobo: Essa misteriosa besta tem o corpo parecido com o de um homem, coberto de longos pelos, focinho de tamanduá e garras afiadas, e avança furiosamente contra os que encontra pela frente.

Labatut: São bestas enormes, permanentemente famintas. Suas maiores características são a sua força, os dentes que lhe saem da boca e um só olho no meio da testa. Os Labatuts só saem à noite, quando investem contra os portões e muros das cidades.

Guará: Avistando o viajante, essa fera ataca-o com um ímpeto irresistível de faminto, às dentadas de cão hidrófobo. Ninguém atravessa seus domínios senão em grupos de 3 a 5 pessoas. Não tem hora para deixar o esconderijo e saltar na estrada, aos berros. Raramente aparece à noite, quando ouve-se seus gritos estridentes, dentro da escuridão da mata, assombrando…

Uaiuara: Semelhante na forma e ferocidade ao Guará, o Uaiuara tem coloração diferente e hábitos noturnos. Suspeita-se que alguns dos Conhecedores do Além tenham a capacidade de se transformar em Uaiuaras à noite…

Visagem: Assombração, fantasma, aparição sobrenatural. Aparece às voltas de cemitérios, casas velhas ou locais nas florestas onde alguém, em tempos idos, deixou um “enterro”

Isquelê: Ser cadavérico que aparece às voltas de cemitérios, casas velhas ou locais nas florestas.

Zumbi: Os zumbis são cadáveres insepultos de pessoas avarentas que não queriam deixar seus pertences para os outros e que por vontade própria não quiseram descansar em paz. Saem da terra dos cemitérios à noite, pois temem a luz do sol, e avançam contra quem encontrarem na tentativa de impedir que lhes tomem seus pertences

Cupendipe: uma estranha nação de índios possuidores de asas e que só andavam à noite, voando como os morcegos…quando voam, conduzem seus machados de lua , com os quais atacam a quem se aproximar

Planta carnívora: Plantas que vivem nos pântanos e atacam quem passar por perto.

Ao serem banidas para Erinia, as bestas encontraram um ambiente propício e evoluíram muito, gerando algumas sub-raças. Esse processo maléfico continua ocorrendo até hoje, e os nativos aprenderam a diferenciá-lo nomeando as bestas em função de sua força. Denominaram de Mirim as bestas mais fracas, de Assu as mais fortes que o normal e de Atan as cuja força não tem comparação dentro da raça. Adotando o mesmo critério, o Povo de Hur adotou a hierarquia militar para classificar algumas das bestas que os apavoram, criando as patentes de Recruta, Sargento e Capitão.

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